sexta-feira, 5 de junho de 2009

Relatório da II Oficina em Jaru/RO

Relatório da II Oficina – Dia 23 de Maio de 2009-05-26

Aos dias vinte e três de maio de dois mil e nove, nas dependências da SEMED, aconteceu a segunda Oficina do GESTAR II, das oito horas ao meio dia. Inicialmente, foram feitos alguns questionamentos aos professores a respeito das dificuldades encontradas no cotidiano do trabalho com a Língua Materna e as dificuldades encontradas na aplicação das Práticas do material do Gestar II, alguns professores reclamaram da falta de possibilidades para efetuarem as cópias das atividades, das escolas não disporem de xerocopia dora para tal fim. O grupo elegeu a professora Roseli, de Jaru-Uaru como redatora de todas as ações desenvolvidas no decorrer do encontro. Percebendo que os cursistas não puderam desenvolver seus estudos com eficácia, a formadora organizou a oficina do seguinte modo: Foram divididos seis grupos para o estudo e apresentação dos apontamentos obtidos por meio deles. O primeiro grupo verificou os itens “Avançando na Prática”-Unidade 11 em todas as seções permeando a teoria coma sugestões contidas. Deram exemplo de textos narrativos, “A Cinderela”, e explicaram que o texto narra através de fotos seqüenciais e pelas ações das personagens e do tempo, no caso da história ser num tempo passado. Em seguida eles falaram a respeito do texto descritivo fazendo uma dinâmica para que os alunos descrevessem alguns objetos e aspectos psicológicos. Falaram sobre o texto preditivo e citaram como exemplos o conhecimento popular sobre noções de horas com o posicionamento do sol. Textos instrucionais foram abordados através de diálogo sobre a estrutura dos manuais, como sendo textos injuntivos, que induz o leitor às ações ou descrevendo e prescrevendo regras, normas para uso de algo; o segundo grupo desenvolveu o mesmo procedimento do grupo anterior, porém “Avançando na Prática” na unidade12 em todas as seções.relacionando, analisando e reconhecendo as seqüências tipológicas e a transposição de um formato de gênero textual para outro apoiados nas sugestões contidas nas atividades em questão. Além de tudo, a questão da publicidade e das múltiplas possibilidades que a mesma utiliza para persuadir o público e seus recursos infinitos para que seu veículo tenha sucesso. Encerraram na transposição de um gênero textual a outro e na riqueza de conhecimento que essa atividade desenvolve no educando; o terceiro grupo fez a leitura do texto de Jô Soares, página 195, TP3 para que seus colegas pudessem adentrar nos estudos relacionados à atividade a eles imputada. Explicaram e argumentaram a afirmação que o texto trata-se de um exercício de redação escolar por meio de sua estrutura e visual do texto, sendo de forma manuscrita a apresentando correções ortográficas, concordâncias e Letras Maiúsculas e um discurso infantil pelas repetições constantes de expressões. O quarto grupo continuou o estudo do texto embora defendendo ponto de vista contrário, sustentaram não ser uma redação escolar, nem exercício escolar pelos seguintes motivos: o fato do autor ser um cronista conhecido e pender para o lado irônico em suas escritas, a utilização de figuras de linguagem para reforçar a semântica de seu texto e apoiar-se na estrutura de um texto escolar para intensificar sua ironia, pois em todas as classes sociais existem pais e alunos e assalariados entre os mesmos; o quinto grupo verificou o eixo humorístico no texto e abordaram os recursos utilizados, as figuras de linguagem, pelo autor e conversaram a respeito das atribuições que este recurso garantem na produção de texto e verificaram com os demais cursistas sobre a presença de elementos da estrutura de narrativas em contos de fadas “Meu pai disse que uma vez..” certificavam a amarração fantástica que o texto dispõe; por fim, o último grupo, sexto grupo desenvolveram a atividade da pagina 129, TP3 “Ampliando nossas referências” questionou os colegas sobre as possibilidades de semelhanças e diferenças entre textos narrativos e descritivos esclarecendo que os textos descritivos são estáticos e que as ações que mudam de tempo caracterizam textos narrativos. Finalizaram concluindo que a finalidade da narração é narrar como os fatos concretos sempre existe uma relação anterior e posterior à escrita do texto. Finalizando o encontro, os cursistas puderam verificar que há diferentes formas de se analisar um texto: a descrição, a narração e a dissertação e que entre os mesmos existe ligação e necessidade da presença de elementos contidos em cada um das estrutura dependendo da intenção e da interação do autor com seu propósito de escrita, sem contar com ser interlocutor e a realidade à qual se encontro. Este é o relatório.

2 comentários:

  1. Parabéns , colega! Vejo que vc conseguiu.

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  2. Passei para olhar... Fico feliz pelo trabalho de vcs.
    Sonja

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